quarta-feira, 11 de junho de 2014

Foi-me solicitado que dissertasse e partilhasse algumas coisas sobre o assunto em que sou entendido: ….Pronto…Já está!
Agora vou ter de falar de algumas coisas das quais não percebo nada, mas gosto de falar delas, como por exemplo MULHERES!
E, se me sinto um pouco inferiorizado por não ter conhecimentos para falar de física quântica, sistemas de irrigação triplos, síntese da jurisprudência ou dos trajes do JCB, já no caso das mulheres não sinto qualquer tipo de inferioridade, pois ninguém sabe nada sobre elas…
Já casei e tive muitas, mas mesmo muitas namoradas (para aí…uma), e em todos estes relacionamentos houve coisas que se mantiveram inalteráveis, que nunca mudaram fosse quem fosse a mulher que estivesse comigo. Por exemplo: ELAS TÊM SEMPRE RAZÃO! E nós estamos sempre errados! Tão certo quanto 2+2 ser 5!
Depois, há algo que me perturba nas mulheres. O facto de dizerem não quando querem dizer sim e sim quando querem dizer não…
Quando lhes perguntamos se para elas numa relação sexual o tamanho importa e elas respondem “Claro que não querido, estou perfeitamente satisfeita com o que tens”, e depois pedem-nos para passarmos na sex shop e comprar um dildo para apimentar a relação…mas tem de ser dos extra large!!!! Ou então, sem explicação aparente, começam a incluir na lista das compras courgettes adultas…nunca percebi porquê, porque juro que nunca comi courgette em minha casa! Estou a mentir, comi uma vez mas como sabia a bacalhau nunca mais quis…
E se lhes perguntamos se se importam que em vez de jantarmos na casa da sogra, possamos ir comer um hambúrguer e ver o jogo do Benfica, elas respondem: “OK…se é isso mesmo que queres…se é isso que te deixa feliz… não preferes estar comigo aninhadinhos?” E pensamos nós… no sofá…encostadinhos…com as coxas a roçarem uma na outra…mãos dadas…rostos colados…respiração coordenada…mesmo entre a sogra a costurar de um lado, o sogro a ressonar do outro com o copo de bagaço na mão e o estúpido do cão lá de casa a esfregar-se na minha perna fazendo lembrar um daqueles tarados que vêem aqueles canais pornográficos, enquanto a Marília da novela confessa ao Tony que o filho não é dele, mas do homem que lhe foi instalar a tv cabo, que por sinal até tem um…extra large e lhe ofereceu o canal hot!

E quando, depois de tomarmos uma banhoca, pomos carradas daquele aftershave comprado no super mercado, cortamos as unhacas dos pés, aparamos os pelos dos ouvidos e do nariz, tiramos o cotão do umbigo, vestimos o pijaminha de flanela, meinha branca e pantufas aos quadrados, enfim, todos charmosos, tal e qual o James Bond, e lhes perguntamos se querem ir para a caminha mais cedo para…enfim, falarmos de decoração (piscar de olhos), elas sem estabelecer contacto visual connosco anuem, dizem “sim querido…vou já meu amor…deixa-me só arranjar-me”, e pensamos nós: vão tomar um banho de espuma, vestir aquela lingerie que nós adoramos, pôr um perfume apelativo, e aparecer-nos cheias de vontade de fazer amor…quando na realidade significa apenas que vão acabar de ver a novela, vão lavar os pés e os
sovacos e vestir o pijama de lã com coelhos e tartarugas…tudo isto com a alegria e convicção…do Carlos cruz a apresentar-se na prisão da Carregueira!
Depois, durante o ato, ou estão a olhar para o teto a pensar que já está na hora de mudar os candeeiros do quarto ou, a minha preferida, semicerram os olhos e fazem aqueles gemidos tipo “hum---doooo”, que na realidade significa “Ummm-doois-trêees…” porque estão a contar o tempo que demora para acabar pois já sabem que tal acontece assim que cheguem ao vinte…ou, no meu caso, ao quatro!
Se as convidamos para jantar no 4º aniversário de namoro, e lhes dizemos que temos algo para lhes dar e uma pergunta para lhes fazer, que significam algo especial, quando metemos a mão ao bolso e lhes damos um cupão de desconto das latas de feijão do hipermercado e lhes perguntamos se elas sabem fazer feijoada ficam sempre possessas!
Isto de viver com uma mulher tem muito que se diga…por exemplo: nós não podemos ver a hot tv porque “ é um desperdício de dinheiro, é só para tarados, tens em casa porque é que precisas de ver essa porcaria”, enfim…mas elas já podem comprar o canal culinária ou, ainda com mais qualidade, o canal tv fashion em que a única coisa que se vê é mulheres como a barbie e homens como o ken a andarem como se tivessem agulhas no rabo para cá e para lá em cima duma bandeira do Benfica…ou da Rússia…ou da china, que também é vermelha. Essa merda de pisar os símbolos nacionais devia ser proibida!
Por isso é que quando me dizem que o comando é “meo”, eu mando-os sempre para o outro lado, ou então, que não devem ter uma mulher como a minha!
Qualquer dia faço como aquele badocha do anúncio…que manda o comando para a água e depois fica sempre no canal que ele mais gosta…embora duvide que isso resultasse lá em casa. Provavelmente seria forçado a ficar de pé ao lado da tv só para carregar nos botões consoante a vontade dela: “mais alto! Mais baixo! Mais fundo!” Ah desculpem, o mais fundo é no canal hot…não que eu veja…a minha mulher não deixa…
Mas viver com uma mulher não é só coisas más! É muito bom termos quem cuide das nossas coisas, quem partilhe tudo connosco, quem nos acompanhe nas alturas difíceis, quem nos aconselhe, quem no fundo nos ajude a crescer e a ser homens de verdade! Espera…viver com a mãe não conta, pois não?

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Esta é uma história verídica ocorrida numa Faculdade Portuguesa, e embora não tenha muito a ver com os escritos deste espaço, não resisto a publicá-la, pois ilustra um momento delicioso:

Uma professora universitária acabava de dar as últimas orientações aos alunos acerca do exame que ocorreria no dia seguinte.
Finalizou alertando que não haveria desculpas para a falta de nenhum aluno, com excepção de um grave ferimento, doença ou a morte de algum parente próximo.
Um engraçadinho que estava sentado no fundo da sala, perguntou com aquele velho ar de cinismo:
"-De entre esses motivos justificados,podemos incluir o de extremo cansaço por actividade sexual?"
A classe explodiu em gargalhadas, com a professora a aguardar pacientemente que o silêncio fosse estabelecido.
Assim que isso aconteceu, ela olhou para o palhaço e respondeu:
"-Isso não é um motivo justificado" - e continuou serenamente - "Como o exame será de escolha múltipla, você pode vir para a sala e escrever com a outra mão... Ou se não se puder sentar, pode responder de pé!".
Alguém me disse um dia que a saudade, com o tempo, ia desvanecendo...
Mentiroso!!!
1º post!
Nada de lucidez nem de loucura...apenas a promessa que vão chegar!